5 de junho de 2014

COREIA DO SUL




Localizada no Oceano Pacífico, a península coreana é um dos últimos territórios do mundo separados pela ideologia. Apesar da geografia, Coreia do Sul e Coreia do Norte são divididas e não cultivam uma relação muito próxima. 
  
As principais e mais populosas cidades da Coreia do Sul, país de economia forte, principalmente por conta dos setores automotivo e eletrônico, são a capital, Seul, e Busan. Em Seul, o turista pode encontrar um certo contraste entre a modernidade, presente no centro da cidade, e o clima rural, encontrado em outras regiões. Grandes mercados, ou centros comerciais, belos templos religiosos, palácios e grandes construções, de arquitetura moderna, são as atrações turísticas do local, que, à noite, é completamente iluminada por luzes de neon. A capital é uma grande metrópole e realmente chama a atenção pela capacidade de misturar a modernidade com as tradições coreanas. 
  
Considerada a capital do verão, Busan é famosa por suas praias. A cidade também abriga o maior porto do país e é um polo cultural dos sul-coreanos. 
  
  
GastronomiaOs coreanos se orgulham em dizer que a culinária do país não se compara com as do Japão e da China, seus vizinho orientais. 
  
O tempero forte e a pimenta são características únicas da cozinha sul-coreana. Os alimentos básicos são o arroz e os legumes. Pratos como o Kimchi, preparado com acelga, alho e pimenta, além de vários outros legumes, são dos mais tradicionais. Segundo a tradição, não podem faltar três cores na mesa de um coreano: o branco (o arroz), o vermelho (a pimenta) e o verde (legumes/verduras). 
  
A culinária da Coreia do Sul também tem alimentos exóticos em seu cardápio. A carne de cachorro e algumas larvas de insetos são alguns dos exemplos dos alimentos, no mínimo, diferentes que os coreanos costumam comer. O chá verde é uma bebida bastante consumida no país. Os sul-coreanos consomem o chá tanto gelado, quanto quente, dependendo do clima e da estação do ano. 

Coreia do Sul tenta se firmar como potência asiática


Em sua oitava participação em Copas do Mundo, a sétima seguida, a seleção da Coreia do Sul tentará repetir o feito de 2002, quando chegou às semifinais e eliminou algumas favoritas, como a, até então tricampeã, Itália. Na ocasião, a Coreia, que organizou o torneio em conjunto com o Japão, passou também por Portugal e pela Espanha. 
  
Na Alemanha, em 2006, o time não repetiu o sucesso e foi eliminado ainda primeira fase da competição. Com oito presenças, a Coreia do Sul é a seleção asiática que mais participou de Copas em toda a história. 
  
Os coreanos, conhecidos como 'os guerreiros taeguk', fizeram uma ótima campanha nas eliminatórias asiáticas, terminando na liderança do grupo B, com sete vitórias e sete empates, em 14 jogos disputados. 
  
A seleção é comandada por Huh Jung-Moo desde 2007. Antes dele, os últimos dois treinadores da Coreia do Sul eram holandeses: Guus Hiddink e Dick Advocaat. Jung-Moo jogou a Copa do Mundo de 1986, no México, e fez parte da comissão técnica de seu país em outras duas oportunidades: na Itália, em 1990, e nos EUA, em 1994. 
  
No Mundial da África do Sul-2010, os sul-coreanos estão no grupo B e enfrentam Argentina, Nigéria e Grécia. 
  
Diferente de 1986, quando a Coreia jogou a primeira de sua fantástica sessão, que até aqui já soma sete Copas consecutivas, em 2010 a seleção tem um time muito mais experiente e com jogadores acostumados a disputarem os principais torneios europeus. A maior estrela do time continua sendo seu capitão, o meio-campo Ji-Sung Park, titular do poderoso Manchester United, atual tri-campeão inglês. Outro pilar do time é o camisa 10, Chu-Young Park, artilheiro da equipe do Mônaco, que impressiona por sua capacidade de fazer gols.

[Curiosidades]
- É costume dos coreanos começar o Ano novo comendo uma tigela de sopa de bolo de arroz, cordialmente preparada, pois, acredita-se que traz sorte;
- No feriado nacional de Chuseok é costume que as famílias façam o tradicional Songpyeon em formato de lua;
- O elemento mais importante da cerimônia do chá na Coreia consiste em sua simplicidade e naturalidade em apreciar o sabor do chá.

A Culinária sul-coreana é muito rica e tem uma grande diversidade, desde pratos leves como sopas até doces e bebidas, além de serem saborosas são muito saldáveis e nutritivas. Na Coreia do Sul, eles se importam muito com a saúde e dificilmente utilizam sal em seus pratos. Diferente do Brasil, dificilmente você vai ver um potinho de sal ou açúcar em cima da mesa de um restaurante ou cafeteria.
O arroz é, e continua sendo, o principal alimento para os sul-coreanos, mas muitos jovens da nova geração já preferem as comidas ocidentais (estrangeiras). O arroz costuma ser servido com vários acompanhamentos, que são compostos geralmente por verduras da época, sopa, carne ensopada com legumes ou peixes.
Uma comida tradicional coreana, não pode ser completa, sem o Kimchi, que é uma mistura de várias verduras conservadas, como acelga, nabo, cebolinha, pepino em salmouras e apimentadas, misturadas com outros ingredientes típicos coreanos. Alguns tipos de Kimchi são feitos com vários condimentos, como o pó de pimentas secas e vermelhas, enquanto outros são feitos somente com temperos saturados em um líquido.
No fim de novembro ou no início de dezembro, as famílias coreanas costumam preparar uma quantidade suficiente de Kimchi, para passar o longo inverno. O Kimchi fica armazenado em potes grandes de barro, parcialmente enterrados, para manter a temperatura adequada, e assim, conservar o seu sabor inicial. Mas na Coreia moderna, as donas de casa não têm tanto tempo ou espaço para fazer o tradicional Kimchi.
Apesar disso, o Kimchi continua sendo uma parte vital do estilo de vida coreano, hoje, existem empresas que produzem comidas fermentadas, como Kimchi, e outras fabricam e vendem refrigeradores especiais para conservar Kimchi e continuam faturando bastante.
Além do Kimchi, o Doenjang (Pasta de soja) também é bastante famosa e utilizada na Coreia. Com seus atributos de prevenir o Câncer, vem chamando a atenção dos nutricionistas modernos. O Doenjang é feito de sojas amarelas cozidas em água fervendo, secadas na sombra, deixadas embebedadas em água salgada e fermentadas ao sol.


Inglaterra

Inglaterra é o território mais extenso e mais povoado do Reino Unido. Habitada por povos celtas desde o século V a.C., a Inglaterra foi colonizada pelos romanos entre 43 d.C., e princípios do século V. A partir de então começou a invasão de uma série de povos germânicos (anglos, saxões e jutos) que foram expulsando aos celtas, parcialmente romanizados, até GalesEscócia, Cornualha e a Bretanha francesa. No século X, depois de resistir a uma série de ataques vikings, unificou-se politicamente. Depois da ascensão de Jaime VI da Escócia ao trono da Inglaterra em 1603 e a anexação da Escócia pela Inglaterra em 1707 resulta mais apropriado diferenciar a história da Inglaterra da do resto de Grã-Bretanha.




GEOGRAFIA:
Localização: Europa
Cidades PrincipaisLondres, Birmingham, Liverpool, Manchester, Leeds, Southampton e Sheffield, York
Clima: temperado oceânicoTemperatura média anual: 13ºC
Principal rio: Rio Tâmisa (região da sul da Inglaterra)
DADOS CULTURAIS E SOCIAIS:
Idioma: inglês (oficial)
Religião
:  cristianismo 80% , islamismo 11%, sikhismo 4%, hinduísmo 2%, judaísmo 1%, outras 2%
IDH (Índice de Desenvolvimento Humano): 0,940 (padrão elevado)


ECONOMIA:
PIB (Produto Interno Bruto): US$ 1,9 trilhões (2006)
Renda per Capita: US$ 38.000
Principais atividades econômicas: indústria, finanças, turismo e comércio exterior.
Principais produtos exportados: produtos químicos, automóveis, têxteis, aeronaves, produtos de metal, máquinas.
Principais produtos agrícolas produzidos: cereais, trigo, aveia, centeio.
Moeda: libra esterlina
PRINCIPAIS PONTOS TURÍSTICOS:
- Broadway Tower
- Sítios Arqueológicos
- Creswell Crags (desfiladeiro)
- Palácio de Buckingham
- Trafalgar Square
- Stonehenge
- Big Ben
- Museu de Londres
- Globe Teathre
- Tate Gallery
- Abadia de Westminster
- Casas do Parlamento
- Museu de Cera Madame Tussaud
- Palácio de St. James
- Tower Bridge
- London Eye
- Torre de Londres
- National Gallery
- Hyde Park

Costa do Marfim



Localizada na porção oeste do continente africano, a Costa do Marfim faz limites com Mali e Burkina Faso a norte; Gana a leste; Libéria e Guiné a oeste, e é banhado pelo Oceano Atlântico ao sul.

O nome da Costa do Marfim foi dado pelos portugueses, sendo uma referência ao grande número de elefantes que existia na região na época colonial.

O país obteve sua independência no dia 7 de agosto de 1960. A Costa do Marfim é uma das nações mais prósperas do oeste africano, isso se deve ao desenvolvimento agrícola, principalmente a produção de café e cacau (o país é o maior produtor de cacau do mundo). Também se destaca a indústria alimentícia, têxtil, a exploração de petróleo e gás natural, além da extração de diamantes.

Atualmente, convivem no território marfinense mais de 60 grupos étnicos, esse fato contribui bastante para a diversidade cultural do país, no entanto, gera conflitos entre os diferentes grupos étnicos.


Japão




Por sua localização, no extremo leste da Ásia, o Japão tornou-se conhecido como terra do sol nascente. Formado por quatro ilhas principais e 3 mil menores, é extremamente montanhoso, o que dificulta a agricultura e contribui para que 67% do território ainda seja coberto por florestas. A pequena quantidade de terra arável, aliada ao extenso litoral, leva ao desenvolvimento da maior indústria de pesca do mundo.
O país é também um dos mais competitivos fabricantes e exportadores de produtos eletrônicos e de automóveis, o que o transformou em terceira potência econômica, atrás apenas dos Estados Unidos e China. Sua renda per capita é de quase 40 mil dólares. Com a menor taxa de mortalidade infantil mundial – apenas quatro crianças em cada mil morrem antes de completar 1 ano –, os japoneses também se destacam pela longevidade. Em todo o país há 8,5 mil pessoas centenárias.
Após a II Guerra Mundial, o Japão tem suas instituições reconstruídas em moldes ocidentais. Muito da tradição milenar, no entanto, é mantido. Artes como o ikebana (arranjo de flores), o bonsai (miniaturização de plantas) e a cerimônia do chá tornam-se conhecidas em todo o mundo. O xintoísmo e o budismo permanecem como religiões com o maior número de seguidores. E a mulher continua com um papel mais submisso que nas nações ocidentais. A população é bastante homogênea – apenas 1% não descende de japoneses.


História

O Japão é herdeiro de uma civilização que remonta ao século VII a.C. No século IV, o clã Yamato unifica os vários estados do país sob um imperador. No século VI, o país invade a Coréia , que vivia sob forte influência chinesa, e assimila muito de sua cultura. Apesar disso, os japoneses mantêm-se durante séculos relativamente isolados do exterior. No século XII, o crescimento da aristocracia militar (os samurais) abala a monarquia. O território passa a ser dominado por xoguns, senhores feudais que permanecem no poder até o século XIX. Os primeiros contatos do Japão com o Ocidente datam do século XVI, quando missionários portugueses formam uma pequena comunidade cristã no Estado. Em 1603, o xogum Tokugawa Leyasu estabelece a capital em Edo (atual Tóquio), proíbe o cristianismo e fecha o país a estrangeiros. Nos 250 anos seguintes, o único ponto de contato com o Ocidente é um pequeno posto comercial em Nagasaki.


Imperialismo

Na segunda metade do século XIX, o Japão abre os portos ao comércio externo. Em 1868 começa a Era Meiji: assume o imperador Mutsuhito, que abole o feudalismo. Apesar da resistência ao imperialismo ocidental, no final do século o país dá início à própria expansão. Vence a China na Guerra Sino-Japonesa (1894-1895), em que disputa o controle da Coréia. Com a vitória militar, recebe as ilhas de Taiwan (Formosa) e dos Pescadores, além de volumosa indenização. Por manter o interesse na Coréia, o Japão entra em guerra com a Rússia (1904-1905). Novamente vitorioso, consolida-se como potência e inicia sua expansão imperialista.
Exerce influência sobre Manchúria (na China), Coréia – transformada em colônia em 1910 – e Sakalina (ilha hoje que pertence à Federação Russa). O Japão fica ao lado dos Aliados na I Guerra Mundial e obtém vantagens no Tratado de Versalhes. Nos anos 20, a crise econômica abre caminho para o nacionalismo de direita, que se torna dominante no governo. Em 1931, o Japão invade a Manchúria, onde estabelece em 1934 o Estado-fantoche do Manchukuô, cujo testa-de-ferro é Pu Yi, o último imperador chinês.


II Guerra Mundial

O governo militarista japonês alia-se à Alemanha e à Itália em 1940 e ocupa a Indochina francesa no ano seguinte. A expansão militar coloca o Japão em choque com os EUA. Em dezembro de 1941, os japoneses realizam um ataque-surpresa e destroem a esquadra norte-americana ancorada em Pearl Harbor, no Havaí.
O Japão toma o sudeste da Ásia e a maior parte do Pacífico Ocidental, mas é derrotado pelas forças aliadas e retira-se das áreas ocupadas. A rendição só acontece em setembro de 1945, após a explosão das bombas atômicas jogadas pelos EUA nas cidades de Hiroshima e Nagasaki. Os norte-americanos ocupam o Japão até abril de 1952 e impõem uma Constituição e um sistema de governo nos moldes das democracias ocidentais.
O Japão assina em 1954 um tratado de defesa mútua com os EUA, que inclui a instalação de bases militares norte-americanas. As instituições políticas conservam, porém, certas características anteriores, como a tradição de lealdade ao chefe. A combinação desse traço cultural com um sistema clientelista garante o domínio do Partido Liberal Democrático (PLD) a partir de 1955.


DADOS GERAIS

Japão (Nippon)
CapitalTóquio.
Nacionalidade: japonesa.


GEOGRAFIA E MEIO AMBIENTE

Localização: leste da Ásia.
Área: 372.819 km².
Clima: temperado continental (N) e subtropical (S).
Características: montanhas (maior parte), 225 vulcões (65 ativos), terremotos freqüentes, fontes termais, gêiseres e águas sulfuradas, planícies no litoral e no interior da ilha de Honshu.
ÁREA DE FLORESTA: 251 mil km² (1995).
Desmatamento: 132 km2 ao ano (1995-2000).
Emissão de CO2 per capita: 9,3 t (1996).
Cidades principais: Tóquio (26.500.000), Osaka (10.600.000) (aglomerados urbanos), Yokohama (3.307.136), Nagoya (2.152.184), Sapporo (1.757.025), Kyoto(1.463.822), Kobe (1.423.792) (1995).
Patrimônios da humanidade: Monumentos Budistas de Horyu-ji; Castelo de Himeji; Ecossistema da Ilha Yaku (Yaku Shima); Bosques e Zona de Proteção Ambiental Shirakami-Sanchi; Monumentos Históricos da Antiga Kyoto, Uji, Otsu e Nara; Vilas Históricas de Shirakawa e Gokayama; Memorial da Paz, em Hiroshima; Santuário Xintoísta Itsukushima.


População

126,5 milhões (1999).

composição: japoneses 99%, coreanos 1% (1996). 4



Costa Rica



Costa Rica é um país localizado na América Central, encontra-se entre a Nicarágua (norte) e o Panamá (sul), é banhado pelos oceanos Pacífico e Atlântico.

Esse país foi descoberto por Cristóvão Colombo em 1502. Costa Rica alcançou a independência no dia 15 de setembro do ano de 1821, e, em 1824, incorporou-se ao México. Nesse mesmo ano passou a fazer parte da Federação Centro Americana e desintegrou em 1838. A democracia propriamente dita consolidou-se a partir das eleições de 1890, que colocou no poder José Joaquim Rodriguez.
 
O território da Costa Rica é dividido internamente em províncias, mais precisamente sete, são elas: Guanacaste, Alajuela, Heredia, Cartago, San José, Limón e Puntarenas, além de outras subdivisões em 81 cantões e 463 distritos.

A área ocupada pelo país é constituída por cordilheiras que cruzam o território de noroeste para sudeste, paralelamente às planícies costeiras.

Quanto a composição climática é constituído pelo clima tropical e subtropical, esfriando nas altitudes. O clima possui característica de apresentar uma estação seca de novembro a abril e uma chuvosa de maio a outubro. A cobertura vegetal predominante no país é a floresta tropical úmida e uma restrita floresta tropical seca.
 
As florestas nativas da Costa Rica abrigam grandes riquezas de espécies vegetais, tais como ébano, balsa, caoba e cedro, robles, cipreses, manglares, helechos, guácimos, ceibas e palmas. É possível encontrar cerca de 1.000 espécies de orquídeas, a parte central do país concentra a maior quantidade dessa planta do planeta.
Na fauna destacam-se animais como puma, jaguar, macaco, coyote, tatu, além de aproximadamente 850 espécies de aves. Costa Rica abriga pelo menos 205 espécies de mamíferos, 850 espécies de aves, 169 espécies de anfíbios, 214 espécies de répteis e 130 de peixes de água doce. Os recursos naturais presentes no território são bastante diversificados, mesmo com uma área relativamente pequena responde por 5% de toda biodiversidade.
O setor econômico da Costa Rica está vinculado principalmente ao turismo, agricultura e produtos eletrônicos com produção destinada à exportação. Um fator positivo desse país é o de conseguir aliar desenvolvimento econômico e social com preservação ambiental.

Informações gerais sobre a Costa Rica

República da Costa Rica

Capital: San José.

Língua oficial: Castelhano.

Independência: da Espanha – 15 de setembro de 1821.

Área territorial: 51.100 km2.

População: 4.5 milhões de habitantes.

IDH (Índice de Desenvolvimento Humano): 0,725 (alto).

Moeda: colón costa – riquenho.

Código de internet: cr.

Código telefone: + 506.

Itália




Introdução

Conhecer a cultura italiana é importante para nós brasileiros, pois muitos imigrantes da Itália chegaram ao Brasil entre o final do século XIX e começo do século XX. Estes imigrantes trouxeram a cultura italiana para, principalmente, as regiões sul e sudeste do Brasil.
Língua Italiana
A língua italiana tem sua origem no latim, língua oficial do Império Romano. Porém, vale ressaltar que existem vários dialetos na Itália como, por exemplo, o sardo, o napolitano e o toscano. A língua italiana foi de fato oficializada com o processo de unificação do país em 1861 e a formação do Estado-Nação.
Música
A Itália tem uma rica tradição musical, pois foi um dos principais berços da ópera, com destaque para compositores como Rossini, Puccini e Verdi. Atualmente a música pop italiana e o estilo romântico italiano fazem muito sucesso dentro e fora do país.
Artes
A Itália é repleta de museus de arte. A arte romana e renascentista se destacam no país. Podemos dizer que a arte italiana influenciou vários artistas e estilos artísticos durante a história.
Culinária
A culinária italiana é famosa e se espalha pelos quatros cantos do mundo. Os pratos típicos são as massas como, por exemplo, nhoque, ravióli, capeletti, canelone e lasanha. A pizza também é uma marca registrada da culinária italiana. Os molhos, principalmente os que usam o tomate, também são destaques, pois usam temperos diversos e enriquecem o sabor de outros pratos.
O futebol
O futebol, chamado de cálcio na Itália, é o principal esporte do país. Os italianos são considerados torcedores apaixonados e os jogos costumam encher os estádios.
Cinema
O cinema é muito valorizado na Itália, que já produziu filmes ganhadores de vários prêmios internacionais. O principal gênero do cinema italiano é a comédia. Os anos dourados do cinema italiana foram entre as décadas de 1950 e 1980. Neste período, podemos destacar cineastas como, por exemplo, Vittorio De Sica , Federico Fellini , Sergio Leone , Michelangelo Antonioni e Dario Argento.
Religião
A Itália é um país composto por maioria católica. Vale lembra que toda estrutura da Igreja Católica Apostólica Romana encontra-se no Vaticano. Grande parte dos italianos é praticante da religião católica. As igrejas são encontradas em grande quantidade nas cidades.
Moda
Outro forte aspecto da cultura italiana é a moda. O país é considerado um dos principais polos de produção de moda do mundo com destaque para a cidade de Milão. A Vogue Itália é considerada uma das principais revistas de moda da atualidade. Podemos destacar estilistas italianos famosos como, por exemplo, Giorgio Armani, Versace, Gucci, Valentino entre outros.
Você sabia?
- O povo italiano é conhecido por ser alegre, divertido e comunicativo. Gostam muito de dançar, cantar, conversar e fazer festas. Falam alto, geralmente gesticulando com as mãos, e adoram reunir a família para os tradicionais almoços de domingo.




DEYVERSON
TOMAZ
TATHIELE
CYNTIA
LORRAINE
VICTORIA MARIA

Grécia

cultura grega foi imensamente rica. Teve muita influencia no resto do mundo ocidental. O uso intenso de mármore nas obras, o desenvolvimento das sensibilidades e da estética o uma arquitetura harmoniosa foram características das artes gregas. A arquitetura tinha aspectos monumentais, como mostram o Paternon de Atenas e grande estátua de Zeus e Olímpia.
teatro era muito apreciado na Grécia Antiga. As apresentações duravam oito horas diárias, e se estendiam por dois ou três dias seguidos. Periodicamente, eram realizados concursos de peças. Esses torneios chegavam a reunir de 15 a 20 mil pessoas. A construção de locais para exibição das peças estavam muito adiantadas. O teatro de epidauro, por exemplo, tem uma acústica tão boa que um assistente sentado na última fila da arquibancada consegue ouvir até os sons mais baixos, como o crepitar de uma chama no palco.
As filas para se entrar nesses locais começavam a se formar no dia anterior da exibição e atravessavam a noite. Foram registrados casos de mulheres que deram a luz enquanto esperavam para ver uma peça. As obras eram de dois tipos, a comédia e a tragédia. Essa divisão perdura até os nossos dias.
história começou a ser estudada como ciência pelos gregos. Heródotos, natural da Ásia menor, escreveu o primeiro livro da história com fundamentos científicos e baseado em pesquisa. Tucídides, de Atenas, um militar, redigiu um eficiente relato da Guerra de Peloponeso.
Xenofonte preparou as Helênicas, uma história dos gregos até o século IV a.C.
Os gregos se dedicavam também a oratório. Falar em público era muito importante na sociedade grega. Um dos oradores mais célebres foi Péricles. Outro foi Demóstenes, gago até a adolescência. Corrigiu seu problema falando com a boca cheia de sementes ou pedrinhas tentando discursar mais alto do que o barulho das ondas do mar. Demóstenes foi o autor das Filípicas, uma obra contra o rei Filipe a Macedônia, que invadiu a Grécia.
filosofia foi o grande legado do pensamento grego. Inicialmente os gregos tentaram explicar os fenômenos da natureza com justificativas mitológicas, ou seja , atribuíam os acontecimentos a atos dos deuses, heróis e semi-deuses. Os pensadores dos primeiros tempos são chamados de pré-socráticos, isto é, os que vieram antes de Sócrates. Junto com Platão e Aristóteles, Sócrates foi um dos maiores filósofos gregos.
Com desenvolvimento da cultura e maior disponibilidade de bens materiais, os filósofos passaram a buscar explicações racionais e organizadas para os acontecimentos. Sócrates, que viveu de 470 a 399 a.C, foi o primeiro a proceder dessa forma. Ele abalou tanto a sociedade de seu tempo que foi forcado pelas autoridades a suicidar-se, bebendo um preparado de uma planta chamada Cicuta. Os filósofos que viveram depois são chamados de Póssocráticos.
Os gregos explicavam as origem das coisas por meio de mitos. Sua religião era Antropomórfica, ou seja, seus deuses tinha forma humana. A religião grega era uma fusão de divindades locais e orientais.
Posteriormente, os romanos tomaram emprestadas essas divindades e mudaram seus nomes gregos para os nomes latinos.
Para os gregos, esses deuses viviam no monte Olimpo e tinha sentimentos e paixões como os seres humanos. Era, porem, imortais. Os semideuses ou heróis estavam entre os deuses e os homens e eram filho de Deuses com humanos. Tinha natureza meio humana e meio divina e uma maior forca física e inteligência do que os humanos. Entre eles, estavam Hércules, que representava a forca e foi responsável pelos lendários doze trabalhos.
Entre os principais deuses estavam Zeus, o rei dos deuses do Olimpo. Ele seria chamado mais tarde de Júpiter pelos romanos.
Outros deuses importantes eram Hera, mulher de Zeus e Atena, sua filha e protetora de Atenas, das artes e do saber; Apolo, deus da luz; Artemísia, deusa da caça;  Dionísio, deus do vinho; Hermes, protetor do comércio e Afrodite, deusa do amor e da beleza. O mar, muito importante, era representado por Posseidon . Os gregos acreditavam que as terras boiavam sobre o corpo desses deus e se ele quisesse poderia acabar com o mundo de um momento para a outro. Pã era o deus dos pastores.

culinaria

Os gregos apreciam comer bem e desenvolveram, através dos tempos, uma culinária característica encontrada em restaurantes de todo o mundo. Basta observar a quantidade de restaurantes gregos, sempre lotados, no Quartier Latin em Paris, a capital mundial da gastronomia.

A cozinha grega tem quatro segredos: os ingredientes frescos, o uso correto das especiarias e ervas, o famoso azeite de oliva e a simplicidade.
Graças ao seu clima e à sua posição geográfica, junto ao Mediterrâneo, a Grécia tem o privilégio de produzir ingredientes muito saborosos. A maioria dos vegetais são cultivados de forma natural e preservam, assim, mais aroma e sabor. Todo prato da culinária grega usa ervas e especiarias, colhidos nas montanhas e no campo e são famosas por seu forte aroma, que se sente mesmo à distância, e paladar. Ao deliciar-se com um dos variados pratos gregos o cheiro de orégano, hortelã, canela, alecrim, nos envolve e deixa a comida muito mais saborosa.

As frutas e verduras amadurecem em todo seu esplendor, sem umidade, com toda a intensidade dos aromas, cores e nuances ao paladar ! Os tomates e as cebolas são extremamente doces, os pepinos muito crocantes, as frutas então...são um capítulo à parte, sendo a Grécia a maior exportadora para a Europa de pêssegos, damascos, melões, cerejas e melancias.

Para os gregos, comer é um ritual inclui horas ao redor de uma mesa, em alguma taverna, comendo, bebendo e conversando, tanto no almoço, depois do qual fazem a siesta, como no jantar.

Igual a todos os outros países europeus, existem na Grécia muitas cafeterias, e o café é uma mania grega tão notada como a brasileira. Pode ser tomado forte, feito à maneira árabe com muito pó sedimentado no fundo da xícara  ou, no calor intenso do verão, gelado, como um frappé , batido puro, com leite, com o licor Baileys ou com sorvete de creme. Vem sempre acompanhado de um copo de água. Com o café na mesa os gregos ficam horas conversando ou jogando gamão.